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Incômodos

Incômodos foi uma exposição coletiva realizada no espaço Casa Baka, aberta no dia 24 de maio de 2024.
Como resultado de um laboratório de investigação e criação curatorial em modalidade autoral colaborativa, concebido e realizado por estudantes de Artes Visuais, Incômodos reúne obras de 16 artistas convidados - selecionados entre a novíssima geração e nomes já consolidados na cena artística contemporânea
Ocupando os diferentes ambientes do piso térreo da Casa Baka com produções em desenho, pintura, instalação, arte têxtil, fotografia e performance, Incômodos instiga o público a construir diferentes referenciais para a noção de “casa”, em alguns momentos vista como lugar de acolhimento, afetividade e conforto, memória e ancestralidade; em outros, como desejo de fuga, estranhamento, exclusão, violência e esquecimento 
Como realização colaborativa da disciplina Laboratório de Museografia do IA UFRGS, Incômodos visa a incentivar a formação de jovens curadores/pesquisadores e promover a reflexão sobre as condições de trabalho e atuação profissional no campo da arte contemporânea.
Artistas convidada/os: Clara Baracat | Catarina Dias | Dandara Conrad | Gabriela Berwanger | Henrique Pasqual Santos | Isabelle Baiocco | Leonardo Miguel | Luciana Hoerlle | Luciane Bucksdricker | Marcelo Koetz | Mariane Rotter | Matheus Motta | Mitti Mendonça | Rodolfo Finkenauer | Tiago Gasperin | Vicente Carcuchinski

@ktrinafuracona

@ktrinafuracona é a primeira exposição individual da artista Catarina Dias, realizada no Espaço Força e Luz de Julho á Agosto de 2023. Contemplada pelo Edital Força e Luz – Energia Cultural 01/2022 e com curadoria de Marina Feldens, a mostra brinca com objetos comuns na construção de gambiarras poéticas em forma de instalações, foto performances e colagens digitais, se apropriando da precariedade a seu favor. Toda exposição é um mergulho em seu íntimo e aborda a sua vontade de expor seu território e a realidade de artistas periféricos. Através de referências cotidianas do imaginário popular brasileiro, a artista ressalta a importância de refletirmos e questionarmos as viabilidades no campo artístico e a necessidade de abrir espaços institucionais para a formação de lugares seguros às múltiplas histórias. 
A exposição contou com a coordenação pedagógica de Gabi Faryas contendo 3 ações educativas com entrada gratuita para o público e 1 visitação mediada pela a artista.

campo minado

A exposição campo minado foi realizada na Casa de Cultura Mario Quintana pela instituição da Secretaria da Cultura. De julho á outubro de 2022 no Espaço Maria Lídia Magliani.
 

Com curadoria da equipe da CCMQ, a mostra reúne trabalhos de sete jovens artistas da cena contemporânea, em diferentes linguagens e suportes, e problematiza o sistema das artes na atualidade e as relações entre centro e periferia.

O texto de apresentação é de autoria da multiartista Fayola Ferreira. A abertura da exposição contou com performance do DJ GB no Jardim Lutzenberger.

vídeo: plur

coletiva 22 - jardim dos desejos

Um ponto de partida das vontades sorrateiras àquelas mais incômodas. Teve de tudo um pouco: tralhas, traços, expurgos, vaidades - carnais e subjetivas, silêncio e ruído. O desejo pelo absurdo e pelo proibido nos deu o combustível para percorrer esse trajeto: contamos com a sujeira! Essa exposição falou de convívio, de encontro e de conexão cultural, interesses comuns à vontade de estarmos juntes.

A exposição Coletiva 22 - Jardim dos Desejos, tem curadoria de Ana Paula Bertoldi, Daniele Alana, Jordi Tasso e Marina Feldens, reuniu 27 artistas expoentes da cena artística de Porto Alegre na Casa Surdina. A Coletiva 22 ficou aberta para visitação nos dias 20, 21 e 22 de janeiro. A mostra apresentou diversas linguagens artísticas como pinturas, fotografias, desenhos, instalações, performances, entre outras.

A proposta curatorial da Coletiva 22 - Jardim dos Desejos nasce da vontade de reunir artistas de diferentes nichos da cena artística local para promovermos um espaço de diálogo e multidisciplinaridade. Nesse sentido, foram escolhidos quatro espaços da Casa Surdina para serem ocupados por cada curadora, suas propostas refletem o que cada cômodo tem a ser investigado, seus rastros, objetos, memórias e o que por lá pode vir a transformá-lo. O Jardim dos Desejos tem como objetivos criar um lugar de encontro, refletir a democratização acerca da produção e criação artística e promover a pesquisa do processo artístico enquanto finalidade, pois a contemplação pela contemplação é insuficiente. 

Esse é um projeto da Galeria Gazzebo em parceria com a Casa Surdina.

 

Como fruto disso foi elaborado um documentário desenvolvido por Guta Oliveira, em breve disponível nas plataformas digitais.

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foto: shi menegat

foto: galeria gazzebo

RESIDÊNCIA ARTÍSTICA CONEXÕES PARALELAS

Projeto independente executado entre junho e agosto de 2020, que resultou em 3 exposições: Água para encher, machar e lavar a vida; Algoritmos; e Fitas amarradas no ventilador para ver o vento, na galeria virtual Gazzebo. Esse é um projeto elaborado por Ananda Sandes e Marina Feldens.

Pensando-nos enquanto território, decidimos construir na atual residência um espaço de encontro, dada através dessa vontade a origem do nome Residência Artística Conexões Paralelas. Refletindo de forma simbólica com nossos territórios físicos, juntamente do atual contexto de isolamento, buscamos por pessoas que nos circundem nessa ponte BA - RS, que pensem e tragam interdisciplinaridade no campo das artes. A Residência Artística Conexões Paralelas pretende ser um lugar de colaboração e pesquisa sobre a descolonização da produção artística e sua decolonialidade.

 

Um ponto de encontro sugere uma conexão de fatos, corpos, caminhadas, trajetórias. É preciso, no entanto, demonstrar a encruzilhada, sem apenas saborear a sua passagem. Pois em seu centro, lugar onde se cruzam os caminhos do cotidiano e da virtualidade, habitam aqueles que estão cercados pelos estigmas do autoritarismo, que através de contágios e fissuras, revela no outro um não ser. Essa residência foram gestos e respostas sobre o não ser o outro em sua verdade inventada. O ponto de encontro se torna a criatividade em (r)existir. Como um intermédio revelador de potência humana e de sua vaidade existencial, a arte servirá de faísca a necessidade que dois corpos têm de se reconhecer e se encontrar no outro, ponto de encontro que se recria sem abdicar sua individualidade. É precioso ser diferente, pois os caminhos da descolonialidade devem ser precisos para que sua prática seja também contagiosa. Esse projeto investigou na virtualidade formas de revelar as possibilidades de fraturar práticas de subjugação social. Trata-se de avançar nos caminhos da encruzilhada, pois é nela que mora o poder da palavra gritada, da trajetória-corpo, e da memória que faz de seu centro, uma morada fixa.

 

Residentes: Caique Copque, Catarina Dias, Daniele Alana, Drika Silva, Gabi Faryas, Gustavo Vidal, Jono Lena, Jota Ramos, Karina das Oliveiras, Maê, Midi Alves, Vanessa Mirli, Rayone Borges, Tusi, Victor Mota.

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AS COISAS QUE SÃO DITAS ANTES

OCUPAÇÃO. RESIDÊNCIA. EXPOSIÇÃO.
Projeto transdisciplinar contemplado pelo primeiro edital de curadoria da Casa Baka.
 

 

Destaque Exposição Coletiva do

13º Prêmio Açorianos de Artes Plásticas

 

4.out - 6.dez.2019

As coisas que são ditas antes foi um projeto que era uma exposição, uma ocupação e uma residência artística, produzida pela equipe Ana Paula Bertoldi, Clara Marques, Daniele Alana, Jordi Tasso, Kevin Nicoli, Lucas Schultz e Marina Feldens. Dois meses, uma casa e uma ideia que conseguiu agregar mais de 50 artistas de diversos lugares do Brasil e da América Latina, e ser visitada por mais de 1500 pessoas.Com laboratórios para experimentações em artes visuais e em música eletrônica, dois editais - um de performances e de videoperformances - vimos um jardim de inverno de uma casa de 1930 ser transformado em uma zona indefinível de glorificação, uma galeria de arte se tornar uma grande sala de espera para um evento altamente sigiloso, para o qual era necessário assinar um termo de responsabilidade, e imploramos a policiais às três da manhã que não multassem nossa festa (que na verdade era uma obra de arte).

 

Que coisas foram ditas antes que hoje não podemos ouvir?

fotos: kevin nicolai

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